Utilizada como eixo de ligação entre o planalto e o litoral, a Graciosa foi o principal acesso que impulsionou o desenvolvimento no Estado no século XIX, e hoje se torna um importante pólo de turismo e de oportunidades
Será durante as comemorações dos 50 anos de Quatro Barras, que a cidade vai inaugurar uma das mais importantes obras ligadas à infraestrutura e ao turismo: a pavimentação da Estrada da Graciosa. Reconhecida como a primeira via carroçável do Paraná, hoje a estrada ganha um novo contexto, de preservação da cultura e da história, e também um eixo de oportunidades para o turismo e atividades que colocam em prática a sustentabilidade.
A inauguração será realizada às 11h de amanhã (9), na Capela de São Pedro, no Rio do Meio - um belo cenário cercado por vales e montanhas. Será neste local, que a Prefeitura e o Ministério do Turismo selam os 20 quilômetros de pavimentação que hoje estruturam a estrada, levando qualidade de vida aos moradores e infraestrutura aos visitantes.
“A pavimentação da Graciosa indica uma nova fase para Quatro Barras, um divisor de águas para o setor turístico e para as comunidades que nela vivem. É uma obra de reconhecimento à importância histórica da cidade, que será ao mesmo tempo um eixo de visitação, resgate e desenvolvimento”, disse o prefeito Loreno Tolardo.
A inauguração será realizada às 11h de amanhã (9), na Capela de São Pedro, no Rio do Meio - um belo cenário cercado por vales e montanhas. Será neste local, que a Prefeitura e o Ministério do Turismo selam os 20 quilômetros de pavimentação que hoje estruturam a estrada, levando qualidade de vida aos moradores e infraestrutura aos visitantes.
“A pavimentação da Graciosa indica uma nova fase para Quatro Barras, um divisor de águas para o setor turístico e para as comunidades que nela vivem. É uma obra de reconhecimento à importância histórica da cidade, que será ao mesmo tempo um eixo de visitação, resgate e desenvolvimento”, disse o prefeito Loreno Tolardo.
O que mudou
As obras executadas há dois anos melhoraram significativamente as condições de rodagem e moradia das comunidades do entorno. Além do pavimento, foram construídos oito quilômetros de ciclovias, instalada nova sinalização, além de recuperadas pontes centenárias como a Ponte do Rio Taquari, que teve sua estrutura toda refeita, preservando o traçado e arquitetura da época. Trechos alternados entre asfalto e paralelepípedos indicam áreas de interesse histórico e turístico, e áreas de remanso foram construídas para dar segurança a motoristas e pedestres.
As obras executadas há dois anos melhoraram significativamente as condições de rodagem e moradia das comunidades do entorno. Além do pavimento, foram construídos oito quilômetros de ciclovias, instalada nova sinalização, além de recuperadas pontes centenárias como a Ponte do Rio Taquari, que teve sua estrutura toda refeita, preservando o traçado e arquitetura da época. Trechos alternados entre asfalto e paralelepípedos indicam áreas de interesse histórico e turístico, e áreas de remanso foram construídas para dar segurança a motoristas e pedestres.
Ligação da estrada com o Império
A Estrada da Graciosa passou a figurar no cenário estadual e nacional a partir do século XIX, quando surgiu a necessidade de escoar a produção de madeira e erva-mate do planalto de Curitiba até o litoral, para que fosse embarcada para a Europa. Entre os anos de 1854 e 1873 o antigo Caminho da Graciosa passou por obras de alargamento e pavimentação, até ser transformado na Estrada da Graciosa.
Já com um bom acesso entre o litoral e o planalto, em 1880, Dom Pedro II e sua comitiva passaram pela estrada com destino à Província. Durante a jornada, o imperador pernoitou em uma estalagem no Rio do Meio, visitou a Companhia Florestal (primeira serraria a vapor do Estado) - na época já desativada - e parou às margens de um pinheiro no trecho que hoje corta o município.
A Estrada da Graciosa passou a figurar no cenário estadual e nacional a partir do século XIX, quando surgiu a necessidade de escoar a produção de madeira e erva-mate do planalto de Curitiba até o litoral, para que fosse embarcada para a Europa. Entre os anos de 1854 e 1873 o antigo Caminho da Graciosa passou por obras de alargamento e pavimentação, até ser transformado na Estrada da Graciosa.
Já com um bom acesso entre o litoral e o planalto, em 1880, Dom Pedro II e sua comitiva passaram pela estrada com destino à Província. Durante a jornada, o imperador pernoitou em uma estalagem no Rio do Meio, visitou a Companhia Florestal (primeira serraria a vapor do Estado) - na época já desativada - e parou às margens de um pinheiro no trecho que hoje corta o município.
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